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Encontro-me a recuperar do desgosto de ontem, a nossa selecção não começou o Euro 2012 da melhor forma mas, temos de ter esperança e é proibido desanimar. Foi um jogo onde não se viu muito de parte a parte mas, a derrota Portuguesa não foi de longe o resultado mais justo. A agravar toda esta situação está o facto de a equipa adversária ser a Alemanha, depois de tudo o que a chanceler alemã nos tem feito passar dava-nos um certo gozo dar-lhes uma lição. Mas não foi isso que aconteceu. Resta-nos não desanimar e acreditar nas palavras do “todo-poderoso” Cristiano Ronaldo que em conferência de imprensa no final do jogo fez questão de sublinhar que em 2004 não entramos a ganhar e acabamos por chegar à final. Para nos dar motivação sugiro a quem ainda não viu o vídeo do hino “Somos Comercial, Somos Portugal” da autoria da fantástica equipa das manhas da comercial – eles são incríveis!
A época de exames está à porta e o tempo disponível para ir ao cinema esta a ser “abalroado”, no verdadeiro sentido da palavra, pelo tempo dedicado ao estudo. Deste modo, ainda não tive tempo para ver os dois primeiros grandes filmes da temporada: “Prometheus” e “Cosmopolis”. “Prometheus” é um dos filmes mais esperados da temporada, teve uma das melhores campanhas de marketing e o facto de se assumir como uma prequela do já longínquo mas extraordinário “Alien – O 8º Passageiro” (1979) foram factores determinantes para as altas expectativas do publico. Em Portugal o filme estreou esta semana e as reacções da crítica internacional têm sido bastante positivas. O elenco deste filme de ficção científica é também um grande trunfo, Charlize Theron, Michael Fassbender e Noomi Rapace são os nomes que se destacam. Assim, que tenha oportunidade de ver o filme faço vos chegar a minha opinião.

 “Cosmopolis” é mesmo o filme mais esperado do ano, isto segundo a MTV, e a explicação para tal é o protagonista. Robert Pattinson o ídolo de 90% das adolescentes a nível mundial que foi popularizado pela saga “Crepúsculo”. Este filme é uma co-produção Portuguesa a cargo do produtor Paulo Branco, teve estreia mundial em Cannes onde estava em competição e arrecadou elogios da crítica especializada. O realizador a cargo desta adaptação da obra homónima de Don DeLillo foi o incrível David Cronenberg. Este é a maior produção Portuguesa de sempre que poderá eventualmente receber uma ou outra nomeação nas temporadas de prémios. O filme aborda a crise mundial e segunda a crítica é um verdadeiro retrato da sociedade. Infelizmente ainda não tive oportunidade de ver mas desta semana não passa e também vos farei chegar a minha opinião. Estes são na minha opinião os primeiros dois filmes da temporada a serem assinalados como importantes na lista que elaboro com aqueles que poderão vir a ser considerados nas temporadas de prémios de Dezembro a Fevereiro. Aconselho uma ida ao cinema.

O Festival de Cannes já acabou há algum tempo, e em termos cinematográficos não me vou alongar muito, vou falando dos filmes que por lá passaram à medida que estes estreiem em Portugal. No entanto, não posso deixar de mencionar uma das actrizes que fez parte do júri e que para mim é um verdadeiro ícone de estilo – Diane Kruger. Esta actriz alemã afirmou mais uma vez a sua sensibilidade para a moda, nada que nos não soubéssemos ou não tivesse-mos nos já habituados a vê-la na primeira fila dos desfiles de moda. Diane Kruger esteve esbelta aqui, aqui, aqui, aqui e AQUI!

Como já foi aqui mencionado anteriormente esta semana os finalistas do ensino secundário tiveram o baile que marca o fim do ensino secundário e a entrada na faculdade. Eu fiz questão de marcar presença numa noite que tão cedo não irei esquecer. Amizade, companheirismo e nostalgia foram os ingredientes chave. No entanto, as limousines, a passadeira vermelha e os vestidos extra glamourosos das nossas colegas preencheram o que faltava tornando aquela noite memorável. Durante a preparação para o baile tirei umas fotos ao meu par e a pormenores da sua indumentária através do instagram que vos vou revelar. A clutch é de uma marca que já aqui falei a Eureka.


 Para terminar não podia deixar de referir o quão fantástico foi o concerto dos Coldplay.Foram momentos mágicos em termos visuais e musicais. Para além disto, gostava de vos deixar com o trailer do próximo filme de Quentin Tarantino - “Django Unchained”- um dos filmes porque mais aguardo. E com o trailer do musical “Les Misérables” , um dos maiores candidatos as nomeações dos Oscars, realizado por Tom Hooper (“Discurso do Rei”) que conta com Anne Hathaway, Russell Crowe e Hugh Jackman entre muitos outros.


Até à próxima crónica. Espero que tenham gostado!
Abraço

Zé Oliveira

 


Antes de começar para aqui a debitar os conteúdos que irão dar forma a esta minha segunda crónica, gostava de agradecer a todos aqueles que de um modo ou de outro me deram vontade para continuar com esta crónica: aos que concordaram com os meus pontos de vista e aos que não concordaram e demonstraram de forma respeitadora (através de um comentário) que na opinião deles os meus argumentos não haviam sido os mais validos. Obrigado.
Sou um grande apreciador das artes da representação, faço teatro amador e confesso-me desde já como um viciado em cinema. Há um ano atrás decorria o Festival de Cinema de Cannes e em competição estava o filme “A Arvore da Vida” que acabou por arrecadar a Palma de Ouro o que gerou um enorme alarido em torno deste filme e dos actores que o integravam. O elenco do filme era constituído por Brad Pitt, Sean Penn e Jessica Chastain e se os dois primeiros dispensam apresentações Jessica Chastain na altura não dispensava. A sua beleza era inegável e o talento parecia surgir na mesma medida. No prazo de um ano Jessica Chastain transformou-se numa das grandes estrelas de Hollywood graças ao seu talento. “A Arvore da Vida”, “A Dívida”, “Coriolano”e “ As Serviçais” são apenas algumas das provas. O seu talento foi reconhecido com nomeações para quase todos os prémios incluindo uma nomeação ao Oscar para melhor actriz secundária no filme “ As Serviçais”. A juntar isto tem um enorme sentido de moda, tendo sido considerada uma das melhores vestidas na cerimónia dos Oscars para a qual usou um vestido Alexander McQueen. A razão pela qual lhe dou um destaque tão grande nesta crónica é não só o facto de a considerar uma das melhores actrizes da actualidade mas, a estreia do seu próximo filme “Procurem Abrigo” no dia 17 de Maior. Uma produção independente que foi distinguida o ano passado em Cannes e que chega a Portugal com um ano de atraso. Aconselho uma ida ao cinema, os elogios da crítica advinham um excelente filme. Aconselho também a leitura de um artigo sobre a actriz que pode consultar aqui (http://www.nytimes.com/2012/04/15/t-magazine/jessica-chastain-on-fame.html?pagewanted=1&_r=1).

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O cinema Português esta a ter um ano de glória a nível internacional, tendo vindo a receber inúmeros prémios em Festivais pelo mundo fora. Contudo, o preconceito relativamente a este ainda acompanha muitos de nós, e o que vos peço é que lhe dêem uma oportunidade, que vão ver e contribuam para a sua evolução. “Florbela”, o novo filme de Vicente Alves do Ó que retrata um período da vida poetisa alentejana, encontra-se em digressão nacional. Siga a página oficial do Facebook do filme aqui (http://www.facebook.com/#!/florbelafilme) e vá assistir a este filme que não se vai desiludir com toda a certeza. Confesso que ainda não tive oportunidade de o ir ver mas, as entrevistas que li e vi de Dalila do Carmo deixaram-me com vontade de ir ao cinema assistir a esta produção portuguesa. E vou fazê-lo com toda a certeza.

Na lista de tendências para esta estação existe uma que na minha opinião se destaca de todas as outras. As chamadas “creepers” que não são mais do que um sapato com uma sola alta. A moda foi lançada por Miuccia Prada no verão passado mas parece que só agora reuniu o consenso geral do público. Dos muitos modelos que por ai tenho visto os que mais gostei foram este modelo da Eureka Shoes que tem um preço de 109 euros. (foto: http://www.eurekashoes.com/pt/shop-woman/product/p498-FILIPE%20SOUSA-SPRING/SUMMER)
Para finalizar destaco o concerto dos Coldplay, uma das bandas da minha geração, no estádio do Dragão no próximo dia 18 de Maio. Eu vou lá estar. Não posso também deixar de referir que uma das minhas séries de comédia favorita “Modern Family” está a chegar à recta final, durante este mês de Maio serão exibidos os últimos episódios da série nos Estados Unidos e as minhas expectativas estão muito altas. Por cá podem ver a série no Fox Life.


 Termino assim esta minha segunda crónica, espero que tenha sido do vosso agrado. Continuem a deixar a vossa opinião através de comentários e façam-me saber se gostaram mais desta ou da primeira crónica.
Abraço,
Zé Oliveira
A falta de inspiração ou criatividade da minha parte fez com que se tornasse impossível baptizar de outra forma esta crónica. E por este e outros motivos esta é: “A Crónica do Zé.”
Antes de começar com a crónica propriamente dita, gostava de agradecer ao Tiago o convite que me fez, aquando do convite ele frisou a total liberdade que me dava nestas linhas de “antena” para me expressar relativamente ao que bem me apetecer, e é isso que vou fazer porque de outro modo não sei se o faria. Quanto à frequência desta tudo pode depender, o estipulado é ser mensal mas tudo irá depender do que tenho para escrever (sinceramente, não me apetece vir para aqui falar sobre o tempo) e do feedback do público. Pois bem, que comece a crónica, que de burocracia estou eu (e penso que vocês também) farto.
Um dos blogs que sigo com atenção é “O Alfaiate Lisboeta” , como devem saber o autor deste blog lançou recentemente um livro, a apresentação no Porto foi no sábado passado e eu estive presente. A apresentação foi muito agradável e o próprio José Cabral revelou-se um “porreiro” no verdadeiro sentido da palavra: humilde, simpático, consciente do seu valor e sem uma única ponta de vedetismo. Quanto ao livro como ele fez questão de referir “ é uma publicação de estilo”, uma compilação do seu melhor trabalho no blog quer a nível escrito quer a nível fotográfico. Um trabalho que transcende a moda. Aconselho, e acreditem que se aconselho é porque realmente gostei. Aproveito esta ocasião para referir que em momento algum irei recomendar/aconselhar algo que não gosto.




Há uns dias (talvez semanas) levantou-se uma questão aqui no blog relativamente à Vogue Portugal, na altura gerou-se um grande debate onde se comparava a (nossa) Vogue com a Vogue Americana entre outras edições internacionais. Aquando desse debate não me manifestei porque havia decidido guardar um espaço da minha primeira crónica para expor o meu ponto de vista e desta feita não vou perder oportunidade. Eu compro a Vogue Portugal há mais de dois anos e desde então tenho acompanhado a evolução da revista. Relativamente à questão do tamanho a minha opinião é simples: o público Português que consome este tipo de revistas é “ ligeiramente” inferior ao público que consome o mesmo tipo de publicações em países como Inglaterra ou Estados Unidos, lógico será concluir que o número de paginas relativas a publicidade será inferior em Portugal dado que existem marcas que não vendem para Portugal.     No que diz respeito a matéria escrita, muito sinceramente, acho que temos óptimos profissionais e que cada vez mais demonstram o seu valor. Tome-se como exemplo o artigo “A menina dança?” (presente na edição deste mês da Vogue Portugal) da autoria de Manuel Arnaut, uma excelente visão do panorama da moda actual e da direcção que esta toma defendendo o regresso aos vestidos de baile volumosos. Este artigo extraordinário foi comprovado poucos dias depois quando Cristina Ferreira apresentou um programa de domingo à noite com e vestido vermelho ultra-volumoso da estilista Micaela Oliveira. Não nos podemos ainda esquecer que somos muitas vezes presenteados com artigos que saíram em outras edições da Vogue o que se justifica dado o orçamento da revista. No que toca aos editoriais de moda o panorama já não é tão agradável mas, tem vindo a melhorar. 80% dos editoriais fotográficos são importados e os restantes 20% não sendo de uma qualidade do outro mundo impulsionam novos talentos e consagram profissionais Portugueses. A Vogue Portugal é um projecto em que eu acredito e a única forma de o vermos melhorado é comprando a revista, é claro que não a podemos comparar à Vogue Italiana ou outras que tais mas podemos fazer com que se torna cada vez melhor. Respondendo à pergunta que se colocou aqui: “Bíblia ou Fiasco?” eu respondo: “Uma futura bíblia … nunca um fiasco.”


  Despeço-me assim desta minha primeira crónica. Quero apenas ressalvar que esta crónica caso tenha pernas para andar não irá nunca ter uma estrutura nem um tema obrigatório, será aquilo que eu quiser sobre o tema que eu quiser.
  Espero que gostem.
  Um abraço,
Zé Oliveira